DAVID BECKHAM REVELA O PODER DAS VACINAS

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O embaixador do UNICEF, o Fundo das Nações Unidas para a Infância, e fundador do Fundo 7 para o UNICEF, David Beckham, está liderando uma iniciativa global para inspirar confiança nas vacinas e encorajar pais e mães ao redor do mundo a que vacinem seus filhos e filhas contra doenças fatais. Em um poderoso vídeo, Beckham fala sobre a perda de atividades cotidianas devido à Covid-19, como abraçar a família, passar um tempo com os amigos e estar com as pessoas que amamos, e incentiva pais e mães a se vacinarem para que possam estar seguros. Ele também recomenda fortemente às famílias que garantam que seus filhos e filhas estejam recebendo vacinas de rotina para protegê-los contra doenças como difteria, sarampo e poliomielite.

“No ano passado, a Covid-19 nos mostrou quantas coisas não valorizamos devidamente, mas também nos lembrou do poder das vacinas”, disse Beckham. “As vacinas funcionam, salvando milhões de vidas todos os anos. Aprendi por meio do meu trabalho com o UNICEF o quanto elas são importantes para a saúde de nossos entes queridos. No entanto, muitas crianças em todo o mundo não recebem as vacinas de rotina de que precisam para estar protegidas de doenças fatais. É por isso que, nesta Semana Mundial de Imunização, estou tão orgulhoso de me juntar ao UNICEF e seus parceiros para encorajar pais e mães a se vacinarem e vacinarem seus filhos e filhas”.

Ao lado de Beckham, os embaixadores e apoiadores do UNICEF Orlando Bloom, Sofia Carson, Olivia Colman, Angelique Kidjo, Jeremy Lin, Alyssa Milano, Jessie Ware e outros participaram na última semana de abril de uma série de conversas online sobre vacinas, inclusive com profissionais de saúde, professores e professoras e especialistas em vacinas de todo o mundo. Profissionais da linha de frente de Benin, da Indonésia, da Jordânia e do Peru compartilharão seus conhecimentos e experiência em primeira mão sobre a importância da vacinação de crianças contra doenças fatais.

No Brasil, os embaixadores do UNICEF Bruno Gagliasso, Daniela Mercury, Lázaro Ramos, Renato Aragão e Thaynara OG, além de Mauricio de Sousa, pai da personagem Mônica – também embaixadora do UNICEF –, e da atriz e apresentadora Maísa Silva, se uniram à iniciativa para disseminar a mensagem global. Aos seus fãs e seguidores nas redes sociais, os artistas estão levando a mensagem sobre a importância da vacinação infantil de rotina, especialmente durante a pandemia. Acompanhe nas redes oficiais deles e do UNICEF.

“Depois de um ano de confinamentos, salas de aula vazias, vacinações perdidas, festas de aniversário virtuais e jantares familiares cancelados, pessoas em todo o mundo estão agora recebendo uma vacina contra a Covid-19 ou aguardando ansiosamente o momento em que o farão. E isso é um lembrete importante do papel crítico que outras vacinas desempenham, permitindo que vivamos nossa vida cotidiana”, disse a diretora executiva do UNICEF, Henrietta Fore. “Enquanto hoje todos sabemos que as vacinas contra a Covid-19 são a melhor esperança que temos de retomar nossa vida normal, o que permanece ‘normal’ para muitas crianças em todo o mundo é o não acesso às vacinas para quaisquer doenças evitáveis. Isso não é um ‘normal’ ao qual devemos retornar”.

A importância da vacinação

Todos os anos, 14 milhões de bebês e crianças em todo o mundo não recebem vacinas contra doenças evitáveis, com muitos vivendo em locais rurais remotos, zonas de conflito ou favelas, e sem acesso a outros serviços de saúde essenciais. No ano passado, a pandemia de Covid-19 tornou essa situação ainda mais terrível, na medida em que bloqueios relacionados à pandemia e interrupções no fornecimento ameaçam um aumento devastador nas mortes evitáveis de crianças.

No Brasil, o último caso de pólio que o País registrou ocorreu em 1989. Depois disso, a doença foi erradicada, o que só foi possível por conta da vacinação em massa de todas as crianças menores de 5 anos. Mas o vírus ainda circula em outros países, e a imunização segue sendo necessária para evitar o risco de reintrodução do vírus no Brasil. Em 2015, a taxa de vacinação para prevenção da poliomielite era de 98,29% e, em 2019, a cobertura chegou a 84%.

No caso do sarampo, o Brasil havia recebido, em 2016, o certificado da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) de erradicação da doença. Mas ela voltou em 2018 e o País perdeu a certificação. Em 2020, mais de 8.400 casos foram registrados no Brasil. A vacina tríplice viral, que previne a doença, e também a caxumba e a rubéola, tinha uma cobertura de imunização de 96% em 2015 e caiu para cerca de 86% em 2017. Em 2019, o número voltou a subir, mas sem alcançar o patamar de 2015, e chegou a 93%.

A cobertura da vacinação da tríplice bacteriana, que cobre as doenças de difteria, tétano e coqueluche, também sofreu uma redução: era de 85% em 2015 e chegou a 57% em 2019. 

No Brasil e em todo o mundo, o UNICEF tem trabalhado, com seus parceiros, para chegar a mães, pais, cuidadoras e cuidadores, identificando as causas da baixa cobertura vacinal e promovendo a importância da imunização, principalmente neste momento de pandemia.

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