ALWAYS EM MOVIMENTO CONTRA A POBREZA MENSTRUAL

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Always, marca de absorvente feminino da Procter & Gamble (P&G), acaba de lançar no Brasil um movimento contra a pobreza menstrual, que tem a ver com gênero e desigualdade social, pois muitas mulheres não têm recursos para comprar absorventes e procuram improvisar. Este problema, que está relacionado à saúde, bem estar e autoestima feminina, cresceu no Brasil durante a pandemia Covid-19, o que estimulou Always a iniciar o movimento com o qual pretende mobilizar a participação de organizações não-governamentais e da sociedade. Always doará 1 absorvente para cada embalagem de absorvente vendida entre 1 de maio e 30 de maio de 2021, em mercados, farmácias e perfumarias do Brasil, limitados a 1 milhão de absorventes doados. Always entregará os absorventes à instituições e organizações não lucrativas para serem distribuídos a meninas que precisam de ajuda, a fim de combater a pobreza menstrual no Brasil.

Para dar visibilidade sobre os impactos da pobreza menstrual, Always realizou pesquisa, conduzida pela Toluna cujo dados foram analisados pela pesquisadora e antropóloga Mirian Goldenberg que concluiu que a falta de dignidade na menstruação é um reflexo da desigualdade de gênero e é agravado pelo tabu em torno da menstruação. A pesquisa mostra  ainda que o índice de mulheres sem acesso à absorventes no Brasil ultrapassa a estimativa global da ONU.

  • Uma entre cada quatro meninas não se sente confortável nem mesmo em falar sobre a menstruação, e mais da metade (57%) afirmaram que a primeira menstruação as deixou menos confiantes. A busca por informação na primeira menstruação parte quase que exclusivamente das mães (79%), demonstrando que o tema só é abordado no ambiente mais íntimo.

  • O absorvente é considerado um produto essencial e de primeira necessidade para as meninas, mas uma em  cada quatro meninas (29%) disse não ter dinheiro para comprar o produto, índice que é maior nas classes D e E (33%).

  • A ONU estima que 1 em cada 10 meninas falte à escola no período menstrual, mas no Brasil, quase a metade (48%) faltam devido à ausência de absorvente, o que mesmo a gravidade do problema. Para 45%, essa situação afeta diretamente o rendimento escolar.

  • A autoestima é outro fator apontado pela pesquisa, pois a ausência de absorvente faz com que ela deixe de brincar e sair com amigas e exercer plenamente suas atividades segundo 3 a cada 4 meninas pesquisadas.

  • As limitações financeiras levam ao improviso por parte de meninas e mulheres que recorrem ao papel higiênico e as mais pobres aos panos como forma de estancar o escorrimento, o que pode gerar sérios danos à saúde feminina e a higiene das partes mais íntimas da mulher.

  • Os quadros a seguir dão uma dimensão do problema e constituem o fio condutor do movimento contra a Pobreza Menstrual que integra o guarda-chuva #MeninaAjudaMenina, que marca um compromisso de longo prazo da marca pelo fim deste problema no país:

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