NESTLÉ CELEBRA O CENTENÁRIO DE LEITE MOÇA, O PREFERIDO DOS MILITARES

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Depois de ganhar espaço na mídia, em função das compras do governo federal em 2020 que totalizaram R$ 15,6 milhões em leite condensado, destinado sobretudo às Forças Armadas, no em que comemora 100 anos no Brasil, Leite Moça Nestlé homenageia a mulher brasileira. A campanha navega por doces histórias emblemáticas envolvendo a marca, como a criação do brigadeiro pelas sufragistas brasileiras para arrecadar fundos para a campanha do Brigadeiro Eduardo Gomes, na década de 1940, até histórias cotidianas de mulheres que encontraram na culinária e na confeitaria uma forma de empoderamento feminino e crescimento pessoal. Assinada pela FCB Brasil, a campanha conta com conteúdo audiovisual, digital e em uma edição comemorativa da lata de Leite Moça.

O brigadeiro Eduardo Gomes, que deu origem ao doce criado por suas apoiadoras nas eleições de 1945, amargou a derrota para o general Eurico Gaspar Dutra, mas o brigadeiro entrou para a história e para os lares e o leite condensado Moça encontrou no Exército um forte aliado como demonstraram as compras governamentais de 2020 segundo dados públicos do Ministério da Fazenda. De acordo com estes dados oficiais, as compras de alimentos pelo governo federal, de mais de R$ 1,8 bilhão, ficaram 20% acima de 2019, muito superiores à inflação do período e tiveram no leite Moça o seu emblema. Fato que gerou memes na internet e críticas de diversos setores da sociedade assim como reações raivosas do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro que, como de costume, culpou a imprensa pela divulgação da verdade e dos dados públicos do próprio governo.

“Moça é uma marca icônica no Brasil, porque as brasileiras a tornaram icônica. A cada doce, a cada receita, ela foi passando de ingrediente a parte da nossa história. Participa de momentos inesquecíveis e se tornou uma marca amada. Queremos celebrar a sororidade centenária entre Moça e as Brasileiras, mostrando que juntas fazemos maravilhas dentro e fora da cozinha. A campanha exalta essa história, mas também olha para o futuro com o otimismo que tanto precisamos neste ano, mostrando o poder transformador das mulheres”, comenta Renata d’Ávila, CSO da FCB Brasil.

Para quem não sabe, sororidade é a união e cumplicidade em torno de objetivos comuns e gênero e CSO nada mais é do que Chief Security Officer (CSO), cuja tradução livre poderia ser algo como “diretor de segurança” do escritório da firma, que oferece o respaldo, e é claro, segurança, para uma equipe garantir a plena realização de uma estratégia ou de um planejamento. Estranho, não é mesmo?. Mas muitas agências de publicidade, por vaidade ou mesmo sem saber para que servem as siglas  e o que, de fato, elas significam, adoram usá-las. Está aí uma nomenclatura que os populares “leões-de-chácara” podem passar a adotar, são verdadeiramente CSOs de boates e estabelecimentos comerciais ao garantir a segurança do estabelecimento para que suas equipes atinjam o objetivo, seja a venda ou a balada.

Estreou no último dia  28 de abril na TV, o filme do centenário da marca mostra que, com cada lata aberta pelas brasileiras, Leite Moça escreve sua história. Juntas fizeram maravilhas, criaram receitas icônicas e viveram doces momentos. A direção é de Lua Voigt com produção da Delicatessen Filmes. O filme também vai ao ar no digital.

Nas redes sociais, ao longo dos próximos meses, 100 mulheres terão suas histórias contadas, todas trazendo um vínculo especial com Leite Moça, seja como consumidoras ou empreendedoras. A pesquisa e a reportagem são da jornalista Adriana Terra.

Na lata, pela primeira vez em sua história, o produto mais tradicional da marca vai ceder o lugar da Moça para mulheres reais. Brasileiras que, ao lado de Leite Moça, têm muita história para contar. A edição especial e ilustrada por Débora Islas vai chegar aos pontos de venda em meados de maio.

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