GRANDEZA DE LULA REALÇOU PEQUENEZ DE BOLSONARO

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Por Carlos Franco

A grandeza de Luiz Inácio Lula da Silva, o seu amor ao Brasil e aos brasileiros e brasileiras, só realçou neste histórico dia 10 de março de 2021 a pequenez de Jair Bolsonaro. O quão mesquinho e ultrajante é aquele que hoje ocupa o Palácio do Planalto e quão incompetentes são seus ministros que nunca amaram este país e nunca comungaram o Evangelho de Cristo, pois trocaram o maior dos seus mandamentos, o amor ao próximo, pelo ódio ao próximo. Criaram até mesmo, estimulados por um patético capitão, um gabinete do ódio no Planalto Central para espalhar mentiras e falsidades, encaminhar brasileiros ao leito de morte com cloroquinas, a ausência de máscaras e as insensatas aglomerações.

Lula mostrou que o papel de um estadista é o de ser maior e ter mais grandeza que seus adversários. O papel de um estadista é respeitar o jogo democrático, mesmo quando um Poder como o Judiciário tenha sido corrompido por sórdidos juízes sem envergadura moral e capacidade de exercer a parcialidade que o cargo exige. Lula sempre foi maior que seus detratores e continuará sendo porque a grandeza, a dignidade e a honra que ostenta está no amor, no afeto e na esperança que transmite, sobretudo na cumplicidade com um povo que sempre foi vítima de sórdidas elites, de seus meios de comunicação, de seus pastores e de militares golpistas. Estes sempre em busca de um soldo maior do que aquele que, com sacrifício, os brasileiros lhes pagam, permitindo até que fiquem livres das regras de sucessivas reformas previdenciárias e que encontraram no capitão que outrora o Exército considerou inapto para honrar a farda o seu porta-voz.

Lula com sua grandeza lembrou dos cuidados necessários para que possamos enfrentar a pandemia de Covid-19, que neste dia ceifou alarmantes 2.349 vidas elevando o número de brasileiros e brasileiras com os quais perdemos o convívio, o conhecimento e o compartilhamento de sonhos, sorrisos e lágrimas para 270.917 brasileiros e brasileiras, vítimas de uma política genocida e insensata. Política esta que tem no comando os detratores da imagem do Brasil, seus piores e maiores algozes de todos os tempos. Lula clamou por aquilo que precisamos: vacina e ajuda emergencial para aqueles que hoje não têm pão em seus lares.

Bastou Lula lembrar qual é o papel de um Chefe de Estado para que um patético Bolsonaro cercado de ministros patéticos, surgissem diante dos brasileiros, agora de máscaras, para anunciar que vacinas serão compradas. Nem parece mais a delegação de aloprados que tirou foto oficial sem máscaras antes de uma viagem, apenas cinco dias atrás, para Israel. Viagem em que o ministro das Relações Exteriores, para vergonha da Casa de Rio Branco, o Itamaraty, chegou a ser advertido por um mestre de cerimônias, ao ser convocado para foto oficial, de que o uso de máscaras é obrigatório em território israelense quando se está em público e com mais pessoas no recinto.

Lula é muito maior, como mostra o compilado de sua entrevista que o jornalista Alvaro Borba, do Meteoro, que tem exercido importante papel em levar a informação correta a brasileiros e brasileiras, realizou e que aqui postamos no final deste artigo.

Quanto ao amanhã, com a experiência de quem passou por veículos da grande mídia, que sempre foi defensora de golpes esperando deles tirar proveito, não se espere nada diferente das críticas ao estadista Lula, das quais ele sempre foi vítima. A mídia tradicional só exerce a virtude do jornalismo  e do compromisso de seu papel social quando tem o sinal verde de sórdidas elites financeiras e de famílias tradicionais (ricas, bilionárias seria o termo mais correto) para tal. Como com sabedoria pontuou Pedro Aleixo, então vice-presidente civil do general golpista Costa e Silva, na fatídica noite de 13 de dezembro de 1968, quando o Conselho de Ministros promulgou o repugnante AI-5, “o problema é o guarda da esquina”. Bolsonaro é este guarda da esquina das mais sórdidas elites brasileiras, de farda ou sem farda e também do baixo clero do Congresso Nacional, em busca de boquinhas às custas da nação.

Quanto ao Poder Judiciário, este não poderá trazer o Brasil para o ano de 2016, do crescimento econômico, da distribuição de renda e do respeito ao próximo e sobretudo do respeito ao próprio Poder Judiciário, das leis sobre as quais se assenta, mas tem a oportunidade de colocar a matilha de cães ferozes e selvagens da malfadada Operação Lava Jato no seu devido lugar.

Lula resgatou em sua entrevista a esperança, empurrou um patético Bolsonaro para cumprir o papel de maior respeito ao Brasil e aos brasileiros e às brasileiras, cabe agora ao Supremo Tribunal Federal (STF) devolver ao Brasil, aos brasileiros e às brasileiras o respeito às leis, condenando aqueles que fazem uso do Poder Judiciário para os mais sórdidos interesses sem a parcialidade que exige o Reino de Têmis, a deusa que, diante das evidências agora expostas, parece ter sido tão violada e negligenciada pelos aloprados de Curitiba.

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