E AGORA, MASH?

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“Depois de um ano cheio de incertezas e mudanças repentinas, melhor que prever o futuro seria ter um passo a passo com tudo que é preciso para realizar seus maiores sonhos, não é? Spoiler: faça acontecer por conta própria, não tenha medo de se reinventar independentemente da sua idade, profissão ou momento que está vivendo. Coloque sua cueca Mash e encare seus desafios com muito conforto”.

É este o convite que a Mash, a mais tradicional fabricante de moda íntima masculina do país, faz neste início de ano. 

Cinquentona, a Mash é uma empresa familiar 100% brasileira que nasceu do acaso, dois anos depois da Hope. Tudo começou com a chegada ao país dos irmãos libaneses Elie, Henri e Nissim Hara. No início, fugindo dos horrores da guerra e valendo-se de conhecimentos em aviação, pensaram em construir uma empresa de aviões em Belém do Pará, mas não tiveram o sucesso esperado e encerram o negócio em 1966, partindo para São Paulo em busca de novas oportunidades.

Como bons vendedores, sempre dispostos a pesquisar e analisar todas as possibilidades, não demoraram a perceber que o mercado de lingerie ainda era incipiente no país. Foi com o capital da venda do negócio de aviação que ergueram a Hope.

O sucesso foi tanto que, dois anos depois, lançaram a Mash, focada nas roupas íntimas masculinas. O nome que ganhou espaço no mercado e fez sucesso na década de 1970 foi, na realidade, extraído de um seriado americano retratando a atuação de médicos e enfermeiros na Guerra da Coreia.

Com o crescimento dos negócios, as duas empresas, Hope e Mash, se dividiram, com a primeira ficando sob o comando de Nissim e a Mash sob os cuidados de Elie e Henri. Hoje, a Mash conta com centenas de colaboradores. Em seu complexo industrial com mais de 25 mil metros quadrados na zona leste da cidade de São Paulo, produz milhões de peças por mês com certificação no programa ABVTEX, que qualifica fornecedores da indústria têxtil e garante a não utilização de trabalho escravo e infantil, entre outras formas de exploração. 

Cuecas não faltam.

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